A supremacia de Cristo

15 09 2011

Lendo o primeiro capítulo da carta aos Hebreus, parece que o autor quer comprovar a supremacia de Cristo em relação aos anjos de Deus, a exclusividade do Senhor Jesus em todos os sentidos, sua divindade e glória. Parece que os hebreus estavam sendo tentados a retrocederem em sua fé, por isso era tão importante reapresentar essas verdades sobre Jesus. Para nós hoje isso também é tão essencial! Então, vejamos:

1 – Deus nos últimos dias nos falou pelo Filho (v. 2)

2 – Deus o constituiu herdeiro de todas as coisas. (v. 2)

3 – Através do Filho, Deus fez o universo. (v. 2)

4 – Ele é o resplendor da glória. (v. 3)

5 – A expressão exata de Deus. (v. 3)

6 – Ele sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder. (v. 3)

7 – Fez a purificação dos pecados. (v. 3)

8 – Assentou-se à direita da Majestade nas alturas. (v. 3)

9 – Tornou-se tão superior aos anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles. (v. 4)

10 – Só a Ele o Pai disse: “Tu és meu Filho,  eu hoje te gerei.”  E, ainda: “ Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho.” (v. 5)

11 – A ordem do Pai: “Todos os anjos de Deus o adorem.” (v. 6)

12 -  O testemunho acerca do Filho: “O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre, e: Cetro de equidade é o cetro do seu reino.” (v. 8)

13 – “Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade” (v. 9)

14 – “O teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros.” (v. 9)

15 – “Tu, porém, és o mesmo e os teus anos jamais terão fim.” (v. 12)

16: O Pai, ainda diz, para o Filho e não para os anjos: “Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés.” (v. 13)

Que Senhor e Salvador maravilhoso nós temos! Sua Palavra o revela e nos ensina sobre sua pessoa e sua glória! Sigamos seu exemplo, preguemos seus Evangelho e o adoremos sempre!

Por Luís Henrique Koefender





Agradar a Deus

26 08 2011

Quem nunca se fez essa pergunta: será que certa coisa é pecado ou não? Quem sabe não seja, quem sabe seja, quem sabe eu deva, quem sabe eu não deva fazer, mas como não sei, eu faço.

O ato de amar é sempre acompanhado de demonstração, de esforço. Por exemplo, se quero presentear alguém que amo muito, não vou me conformar em dar qualquer coisa, mas sim, minha preocupação será a de dar o meu melhor, fazer aquela pessoa feliz com a minha oferta, demonstrando o sentimento que tenho por ela.

Quando amamos, as palavras não são suficientes, se as declarações feitas por elas forem sempre seguidas de passividade. Ou seja, as ações confirmam, ou não, o amor.

Imaginem uma esposa, que diz que ama seu marido, chegando em casa do trabalho e lhe avisando: “Amor, combinei com uma colega de trabalho que nas férias de verão viajaremos juntas para a praia, durante um mês. Pensei que já que você não terá férias, seria uma boa. Você pode ficar com as crianças. Preciso desse tempo de descanso.” O marido, então, frente ao aviso da mulher, a deixa livre. Ela pode passar um mês inteiro lá e não cometer pecado algum, mas não houve preocupação alguma em agradar o seu marido.

Deus nos dá liberdade, mas, nem por isso, estamos livres para andar na carne. O apóstolo Paulo já alertara os gálatas: “Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.” Gálatas 5:13

Jesus foi o maior exemplo: em tudo ele agradava ao Pai, fazendo sempre a sua vontade.  Quando Jesus foi batizado, ouviu-se uma voz do céu dizendo: este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. (Mt 3:17)

Jesus disse certa vez:  ”A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e completar a sua obra.” João 4:34

Portanto, que tal substituir a pergunta “Será que X coisa é pecado?” por “Senhor, isso te agrada?”.

Podemos viver preocupados com não pecar, mas sera muito melhor vivermos preocupados em agradar a Deus. Não basta cantarmos que amamos o Senhor se não fizermos nada para demonstrar o nosso amor. O maior ato de amor já demonstrado foi o sangue de Jesus derramado por nós, e é por isso que nós temos esse imenso privilégio de ter um relacionamento com o Pai, podendo também demonstrar amor por Ele!

Nós temos capacidade de agradar o Pai ao fazermos sua vontade, e isso envolve uma postura ativa, que se preocupa em como agradá-lo, seja usando dons, os talentos que ele nos deu, cumprindo a grande comissão, seja tendo uma vida de santidade, servindo, etc.

Que aprendamos a dar o nosso melhor, e que Ele possa nos olhar, como olhou pra Jesus, dizendo “Este é meu filho amado, e nele eu tenho muito prazer”.

Por Sara Elisa Koefender





Winter vacations

16 07 2011

Final de semestre é sempre assim: aquela correria louca, na tentativa de por todos os estudos em dia pra prova, que sim, talvez ficou acumulado por não ser bem administrado antecipadamente… E assim se vão várias madrugadas mal dormidas, tensão, notas a serem alcançadas, aquela árdua dúvida “vou pegar exame ou não” até concluir todos os testes, ver a notinha final e então, finalmente, com um sorriso no rosto e olheiras profundas, descansar.

Cada semestre que concluo é um pedacinho de vitória, que me coloca um pouquinho mais perto de ser médica, o que continuo acreditando que será bom. É uma verdadeira semeadura: a gente não colhe quase nada agora, profissionalmente falando. Só semeia, semeia, semeia… por anos a fio. Os nossos anos tão bonitos da juventude são depositados em grande parte nisso, estudos, livros, livros, provas, aulas e mais aulas. Às vezes é difícil enxergar o fim desse período e crer que tudo isso valerá, de fato, a pena. Quem passou, ou passa, pela mesma situação que eu sabe bem do que se trata.

Em tudo isso, porém, vejo a mão de Deus. Meu coração, então, se enche de gratidão pela minha faculdade, por Santa Maria, por cada necessidade suprida. Ele que tem me sustentado, Ele que é digno.  Se não for pra glória dele, pra alcançar vidas, pra estender o Reino, nada disso vale a pena. Minha profissão, meu estudo, meu corpo terreno… tudo passará. Mas os tesouros eternos que, nessa curta vida, acumulamos, esses que ficarão. Que Deus nos ensine a colocá-lo em primeiro lugar, independentemente dos nossos afazeres relativos aos compromissos que temos (me refiro a estudar, trabalhar, etc).

Lembro-me de um livro do Watchmann Nee: “Não ameis o mundo”. Por sinal, recomendo-o. Faz tempo que o li, mas ele trata bem disso. Não podemos escapar de trabalhar, estudar… isso é próprio do ser humano. Mas aquilo que fazemos para o Senhor é tão maior! Que bom quando podemos trabalhar e estudar, aproveitando-nos da situação para proclamar o Evangelho e estender o Reino de Deus. Eu quero aprender isso cada vez mais.

Por Sara Elisa Koefender





Evangelho de Mateus caps. 9 a 12 perseguição a Jesus, seu caráter, sua obra, seu povo e a formação dos discípulos

8 06 2011

Os fariseus foram longe demais no trato com Jesus. Chegaram a cometer um pecado para o qual não poderia mais haver perdão. Foram longe demais, endureceram-se demais, atribuíram a Satanás as obras de Deus, afirmavam, querendo influenciar o povo, que os feitos de Jesus eram através de Belzebu e não pelo Espírito de Deus. O quanto doeu isto no coração do Senhor! Que blasfêmia, para a qual não haveria perdão! Na verdade tinham inveja de Cristo, percebiam o poder de Deus, ou poderiam ter percebido, mas não quiseram, apertaram Jesus, perseguiram-no até o fim.

Quanto a Jesus, amava os milagres e suas obras que atestavam que Ele era o Filho de Deus, o Ungido, o Salvador do mundo! Entre um discurso e outro, caminhando, ensinando, operava milagres nas ruas, nas casas, por onde passava. O povo se admirava. Era para glorificar a Deus. Mas, os fariseus murmuravam contra Cristo. E o Senhor lhes conhecia os pensamentos, por vezes argumentava, tendo o objetivo de desfazer sofismas, falsos argumentos contra Deus, sua vontade e sua obra. Outras vezes se calava.

 

“Ao retirarem-se eles, foi-lhe trazido um mudo endemoninhado. E, expelido o demônio, falou o mudo; e as multidões se admiravam, dizendo: Jamais se viu tal coisa em Israel! Mas os fariseus murmuravam: Pelo maioral dos demônios é que expele os demônios.” (Mateus 9: 32-34)

 

“O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo, acima do seu senhor. Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?” (Mateus 10: 24 e 25)

 

“Então, lhe trouxeram um endemoninhado, cego e mudo; e ele o curou, passando o mudo a falar e a ver. E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi? Mas os fariseus, ouvindo isto murmuravam: Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios.” (Mateus 12: 22-24)

 

            Bem, percebemos, nestas narrativas diversos grupos de pessoas:

 

1 – As multidões – Estavam admiradas das grande obras praticadas por Jesus, procurando entender se Ele era mesmo o Filho de Deus.

2 – Os fariseus – líderes religiosos que murmuraram e blasfemaram contra Cristo.

3 – Os discípulos – a quem Jesus disse que não estavam acima do Mestre e poderiam esperar semelhante perseguição.

 

E como Jesus demonstra alegria quanto a este grupo, seus filhinhos na fé! Dá a eles instruções poderosas, conselhos, conforto e ânimo e exclama, em meio a repreensões e julgamentos previstos para cidades e pessoas impenitentes.

 

“Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.” (Mateus 11: 25-26)

 

            Os discípulos os “bem-aventurados que não acham em mim motivo de tropeço” (Mateus 11: 6), como Jesus mandou dizer a João Batista na prisão, a fim de fortalecer a sua fé. Os discípulos alegram-se em Cristo e Cristo se alegra com eles. Jesus é tudo para eles e eles são tudo para Jesus!

E quanto ao caráter de Cristo, Ele mesmo diz: “Sou manso e humilde de coração” (Mateus 11: 28) E continua a narrativa de Mateus: “Retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra ele, sobre como lhe tirariam a vida. Mas Jesus, sabendo disto, afastou-se dali. Muitos o seguiram, e a todos ele curou, advertindo-lhes, porém, que o não expusessem à publicidade, para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta Isaías:

             Eis aqui o meu servo, que escolhi,

             o meu amado, em quem aminha alma se compraz.

             Farei repousar sobre ele o meu Espírito,

             e ele anunciará juízo aos gentios.

             Não contenderá, nem gritará,

nem alguém ouvirá nas praças a sua voz.

Não esmagará a cana quebrada,

nem apagará a torcida que fumega,

até que faça vencedor o juízo.

E, no seu nome, esperarão os gentios” (Mateus 12: 14: 21)

 

Que caráter maravilhoso a ser seguido, imitado!

Manso, humilde, discreto, servo, amado, que traz alegria para o Pai, cheio do Espírito, pregador da justiça, não contencioso, nem gritalhão, sem jogar balde de água fria onde há uma faísca de fé, sem acabar com a esperança dos enfraquecidos, persistente.

“E, no seu nome, esperarão os gentios.” (Mateus 12: 21) Os gentios são todas as nações, não pertencentes ao povo de Israel, mais um grupo percebido nos Evangelhos. Eles estavam se abrindo para Deus e dentre eles o Senhor formaria um povo para si, pois mandou que fossem feitos discípulos das nações (gentios) (Mates 28: 18-20), ainda que estrategicamente ordenou que o Evangelho fosse anunciado antes de preferência às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mateus 10: 5-6).

Por Luís Henrique Koefender





José, homem de Deus

3 06 2011

As coisas nem sempre acontecem do jeito que imaginamos. Por vezes

passamos provações difíceis e, por vezes, grandes bênçãos recebemos de

Deus de uma maneira que, a princípio não compreendemos, mas, meditando e

recebendo orientação do Senhor, perceberemos sua mão poderosa, seu braço

estendido, seu livramento, sua manifestação em sua Soberania. Assim Deus

se revelou a José, o pai terreno do Senhor Jesus.

 

“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua

mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se

grávida pelo Espírito Santo. Mas José, seu esposo, sendo justo e não a

querendo infamar, resolveu deixa-la secretamente. Enquanto ponderava

nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor,

dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque

o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe

porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados

deles. Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito

pelo Senhor por intermédio do profeta: Eis que a virgem conceberá e dará

à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer:

Deus conosco). Despertado José do sono, fez como lhe ordenara o anjo

do Senhor e recebeu sua mulher. Contudo, não a conheceu, enquanto ela

não deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus.” (Mateus 1: 18-25)

 

Nesta narrativa bíblica estamos diante de um dos maiores milagres da

história! O fato do Senhor Jesus ter sido concebido pelo Espírito Santo,

nascendo da virgem Maria! Aleluia! E quantas vezes os modernistas, liberais

ou racionalistas tentaram desacreditar verdades como essa e tantas outras da

Palavra de Deus, onde percebemos seu sobrenatural, milagres, sinais e

maravilhas poderosos, como, também a ressurreição do Senhor! Porém, o

poder da Palavra de Deus e sua manifestação também hoje pelo Espírito

Santo permanecem firmes e contagiantes, demonstrando o Reino eterno de

Deus!

 

Pois, voltemos a José, homem de Deus, observando aspectos do seu

caráter e prática, que devemos imitar:

 

1 – Homem justo – Não saiu julgando errado e falando mal de Maria,

ainda que não entendesse plenamente o acontecido. Não se precipitou,

mesmo que muita coisa pudesse passar em sua cabeça! (v. 19) Quantas vezes

falamos ou agimos antes de refletir, orar e buscar a vontade do Senhor!

 

2 – Homem ponderado – José ficou a sós ponderando nos fatos,

meditando. Vemos que nesta ocasião apareceu-lhe um anjo do Senhor, dando-

lhe explicações e orientações. Deus falará conosco em todas as situações,

quando meditamos, refletimos antes de nos precipitar negativamente.

Precisamos de sua direção. (v. 20-21)

 

3 – Homem abençoado – A orientação do anjo em sonho para que José

recebesse Maria e o anúncio de que o filho no ventre de Maria fora gerado

 

pelo Espírito Santo estava de acordo com as profecias do Antigo Testamento.

As grandes coisas que Deus faz são em cumprimento à sua Palavra, às suas

promessas! Estejamos sempre atentos a isso! José foi também alvo das

promessas de Deus, de maneira tão próxima, ele mesmo, casando com Maria

e cuidando do menino Jesus! Que família maravilhosa e abençoada!

 

4 – Homem de fé e obediência – Ele creu e obedeceu como Maria já

havia crido e obedecido desde que o anjo Gabriel lhe anunciara que seria mãe

do Salvador e como isso sucederia (Lucas 1: 26-35). José, também,

despertado do sono, creu e agiu conforme o Senhor lhe ordenara, através do

anjo em sonho.

 

Amados irmãos, homens de Deus, tenhamos nesse exemplo de José

uma inspiração para que nossa vida seja de prudência, justiça, temor de Deus

e obediência a Cristo Jesus, crendo sempre em sua Palavra e suas promessas!

 

Pr. Luís Henrique Koefender

 





Simplesmente CRER!

28 05 2011

“Aprouve a Deus salvar os que crêem” I Co 1:21. O único pecado que as pessoas dominadas por esse mundo têm, que as separa de Deus, é não crer em Jesus. E a única diferença entre eu (e todos os outros discípulos de Cristo) e elas, é o sangue de Jesus! É a graça! Esse sangue me cobriu, e, SOMENTE por isso, fui justificada.

Não sou menos pecadora do que qualquer outra pessoa: saí exatamente da mesma lama, do mesmo poço em que todos pecadores sem Jesus se encontram. Às vezes tendemos a olhar as pessoas que não conhecem Jesus com olhos julgadores como quem grita “seus pecadores, vocês não entendem nada!” esquecendo-nos do que comentei exatamente antes: somos iguais, a diferença é o sangue e a fé. Esses não são os olhos de Jesus. Como é fácil nos esquecermos de onde saímos.

Quando entendemos que tudo o que uma pessoa precisa para receber Jesus é CRER, deixamos de julgá-las e exigir delas algo que não é nosso trabalho, uma vez que a santificação é obra do Espírito Santo na vida de cada um. O passo para uma pessoa sair da sua condição de perdição e entrar na condição de redimido é CRER! Somente crer!

E nossa tarefa é mostrar àqueles que ainda não crêem o valor dessa fé inabalável! Essa fé que nos coloca ao lado do criador, numa comunhão que antes era impossível, e agora é tão…. TÃO PRÓXIMA! Pelo sangue de Jesus, pela graça, pela obra dele e não pela nossa!

Que o Senhor nos dê os seus olhos de compaixão, a sua sabedoria nas palavras, o seu poder através do Espírito Santo que habita em nós e está sobre nós. Que nossa fé aumente cada dia e que através do testemunho de cada um de nós, muitos venham a CRER em Jesus e terem suas vidas transformadas!

Venha o Teu Reino, Senhor!





O Senhor é meu pastor; nada me faltará

20 05 2011

Davi expressa alegremente no Salmo 23: “o Senhor é o meu Pastor; nada me faltará.” Trata-se, em português, de duas sentenças, pois há dois verbos que distinguem duas ações. Uma está ligada à outra, e podemos até mesmo concluir que uma é conseqüência da outra: se o Senhor é meu pastor, então nada me faltará. Ou, nada me faltará, pois o Senhor é o meu Pastor.

Lembram-se de quando Jesus mandou seus discípulos partirem, e nada levarem? Nem duas túnicas, nem duas bolsas, nem dois alforjes (nem dois alfajores – quando criança lia assim. Hahaha piada interna, interna ao texto, é claro), nem duas porções de alimentos, absolutamente nada. Sabemos que eles foram, fizeram o que tinham que fazer, voltaram, e a pergunta do Senhor foi: – “faltou-lhes algo?” Com o Senhor estamos totalmente supridos, basta confiarmos nEle!

Por Raphael R. Castro








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